Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 04/06/2018
Toda pessoa ao nascer, deve execer os mesmo direitos como qualquer outro indivíduo dentro de uma sociedade, independentemente de sua condição física ou psicológica. Neste caso, o autismo não é diferente, visto que támbem se trata de um cidadão, mas que na realidade, é tratado de forma equivocada por boa parte da civilização.
Certamente, por o autismo ser uma doença reconhecida recentemente e por não se ter muito conhecimento a respeito, é que se dar o fato de que grande parte da população não estão sabendo lidar com esse tipo de situação. Sendo que a síndrome é um dos casos que mais ocorre no mundo, onde só no Brasil são mais de dois milhoes de pessoas diagnosticadas com esta doença.
A princípio, no Brasil, o autismo não só é tratado como exclusão, mas também é visto como algo inusitado, de maneira preconceituosa .Uma vez descoberta a doença, os familiares passam a isolar o autista como forma de proteção, pois na maioria das vezes ele é prejulgado pela própria sociedade como um ser incapaz e que não condiz com o meio em que vive.
Ademais, além da dificuldades enfrentadas tanto no seu intelectual como na sua sua vida social, os portadores do autismo tende a defrontar com os desafios de inclusão escolar em que o mesmo não recebe uma assistência adequada, motivo pelo qual muitos não frequentam a escola. Do mesmo modo, a saúde, em que não se tem um auxílio médico apropriado, por pouco se saber dessa doença.
Portanto, o autismos no Brasil deve ser revisto e repensado dentro da sociedade, e por essa razão, é necessário que o Ministério Público como o da Saúde e da Educação levantem campanhas de orientação e esclarecimento sobre o caso. É dever tambem, das entidades públicas fornecerem uma educação a cada cidadão conforme sua deficiência, tendo então uma escola inclusiva de forma igual para todos. E por último, é de suma importância que o Governo invista em pesquisas relacionadas ao autismos, afim de que se tenha mais conhecimentos sobre essa síndrome, para que o autista receba o tratamento adequado, assim , buscando novas formas de interações com o meio em que vive.