Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 01/06/2018

Na série Atypical, mostra um rapaz de 18 anos que possui o autismo,  e ele, com influência de sua psicóloga, busca a independência e um amor e seus pais tem que lidar com essas mudanças. Já na vida real há muitos desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil, porque eles sofrem muitas dificuldades no mercado de trabalho, além de, comumente, não disporem de uma facilidade para a comunicação com outras pessoas. Logo, esses entraves devem ser resolvidos.

Em primeira análise, a Organização Mundial da Saúde fez uma pesquisa importante com empresas de todos os países e confirmou que há dificuldades da inclusão do autista no mercado de trabalho. Dessa forma, compreende-se que apesar da existência de políticas públicas no Brasil, que garantem a inclusão do autista, é nítido que, normalmente, não ocorre uma inserção como deveria, pois muitas instituições não querem se comprometer com pessoas que apresentam o autismo evidenciando a exclusão. Sendo assim, eles não conseguem desenvolver suas potencialidades, diminuindo as chances de disporem de uma autonomia.

Em segunda análise, uma pesquisa feita pela Universidade do Rio Grande do Sul confirmou que, crianças com autismo têm atraso na fala, ou seja, não emite som a partir do terceiro mês. Com base nisso, é notório que o espectro do autismo refere-se a uma série de condições e desafios de comunicação com as pessoas que convivem, porque, muitas vezes, elas não compreendem o que realmente é o autismo, pelo fato de não pesquisarem que esse transtorno não é considerado uma doença. Portanto, é evidente que os autistas possuem muitas dificuldades para interagir no meio social.

Destarte, é necessário que os autistas sejam incluídos no mercado de trabalho. Para isso, o Governo deve fiscalizar as empresas com a intenção de as instituições serem estimuladas a contratarem pessoas com autismo, pois com o monitoramento eles não recusarão o autista, além de os donos contratarem psicólogos para os estabelecimentos, com o intuito de eles ajudarem o autista na interação com os colegas de trabalho, afim de aumentar a inclusão de indivíduos que possuem  esse transtorno Ademas, as pessoas precisam ser informadas sobre o que realmente é o autismo. Para tanto, o Estado deve disponibilizar palestras com psiquiatras, em auditórios de Universidades públicas e seriam gratuitas com verbas do Ministério da Saúde, influenciando, por meio da mídia, a ida da população. Assim, diminuirão os desafios da inclusão do autista no Brasil.