Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 03/06/2018
A dificuldade em comunicação e interação social,se resume no transtorno do espectro autista, sendo realidade de quase 2 milhões de brasileiros e de 70 milhões de pessoas no mundo,segundo dados da ONU. Apesar de ser uma síndrome que afeta milhares de crianças ,ainda não ha como diagnosticar precisamente e os sintomas variam de intensidade de uma pessoa a outra.
Em 2012, foi criada a lei nº12.764,que garante a proteção dos direitos das pessoas com TEA,afirmando-os como cidadãos,vale ressaltar que a constituição brasileira assegura o direito à educação;saúde;moradia ;trabalho e à alimentação a todos indivíduos . No artigo 3,no paragrafo IV,dessa mesma lei,afirma que o portador do transtorno do espectro autista,tem como direito,acesso à educação e o ao ensino profissionalizante; à moradia protegida,ao mercado de trabalho;à previdência e assistência social.
Mas para que essa lei seja bem sucedida,ha um longo caminho a ser percorrido,pois,quanto a educação,os profissionais e as escolas,em sua maioria,não estão aptas para receber alunos autistas,e o que poderia ser benéfico,pode se tornar um transtorno,causando certo"estranhamento" por parte dos estudantes normais, e isso, em vez de ajudar na inclusão social,faz com que os portadores do TEA se afaste.Na questão do âmbito profissional,alguns indivíduos tem capacidade de ser excelente em algumas áreas, como o Albert Einstein e Isaac Newton ou como Bill Gates,que segundo alguns cientistas que estudaram suas biografias,afirmam que eram autistas.
Entretanto, para que os desafios da inclusão dos autistas na sociedade sejam superados,na educação,seria necessário uma escola apropriada para receber as pessoas com esse tipo de transtorno, onde fossem respeitados como cidadãos ,tendo um ensino de qualidade com profissionais capacitados para cada intensidade do TEA,também com a participação da família em grupos de apoio com terapeutas e psicólogos para facilitar o entendimento e a aproximação deles com seus filhos. Para complementar,o governo devia criar programas para amparar e estimular a inclusão dessas pessoas na sociedade,unindo as comunidade,famílias e todos,para que tenham consciência e aceitem sem preconceito a forma dos que sofrem com o transtorno do espectro autista se comunicarem e agirem.