Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 27/05/2018
O autismo é uma síndrome que afeta vários aspectos da comunicação, conhecida como TEA (Transtorno do Espectro Autista), influencia também no comportamento do portador. Mais de 2% da população brasileira é diagnosticada com essa síndrome. A inclusão desses portadores é extremamente difícil, na maioria dos casos é inaceitável esse diagnostico até mesmo pela família.
É altamente hereditário. Por ser um diagnostico que não necessita de uma comprovação concreta, como o exame de sangue por exemplo, a família do portador tem uma grande dificuldade de aceita-lo. Como afeta a comunicação, o portador tem dificuldades em interagir com outras pessoas, por isso, de acordo com a assistente social Simone Bruschi " quanto mais cedo o diagnostico, maiores as possibilidades de tratamento." No entanto nem todos tem condições para ser examinado e receber o diagnóstico, e menos ainda fazer um tratamento.
Os portadores dessa síndrome são excluídos do meio social e profissional. Muitos imaginam que são incapazes te fazer as coisas como pessoas que não portam síndrome alguma, e por terem dificuldade de interação se complica cada vez mais os casos, principalmente quando não recebem o tratamento adequado no tempo certo. Segundo a fonoaudióloga Larissa Barboza, se falta comunicação, a pessoa praticamente para de existir, pois para de ser atuante na sociedade. O melhor é buscar o diagnostico quanto antes.
Muito eficaz será, se através de estímulos forem implementadas pelas autoridades politicas de saúde pública, o tratamento e o diagnóstico do autismo. A realização de campanhas de alertas e debates sobre o autismo também tende a evitar a discriminação com o transtorno, ajudando esse portador a interagir em meio social com sem ser descriminado. Pois sem conhecer e saber do que se trata é mais difícil aceitar, afinal compreender o autismo é a melhor forma de conviver conviver com ele.