Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 26/05/2018
A sociedade Espartana era rigorosa com a educação militar juvenil, por isso era formada basicamente por guerreiros e desprezava qualquer criança que nascesse com deficiência. Desse modo, desde os primórdios a exclusão social com pessoas deficientes é evidente em nossa comunidade. Nesse âmbito, pode-se afirmar que esse impasse é inerente à estereotipação da sociedade civil e a ineficácia governamental.
Destarte, certas tribos indígenas brasileiras ainda praticam esse hábito de sacrificar deficientes, entretanto a sociedade moderna passou a entender a ética civil e extinguiu esse costume. Não obstante, hodiernamente, houve a ascensão da prática do bullying com pessoas autistas, devido ao estereótipo de que indivíduos com autismo serem inferiores por causa do retardo mental. Diante disso, o autista encontra empecilhos para conseguir se sentir incluído em uma sociedade com bastante diversidade cultural.
À vista disso, conforme o economista Ludwing Von Mises, a burocracia e corrupção é intrínseca à um Estado distenso. Diante disso, essa indiferença governamental resulta na insatisfação da população, visto que o autismo deve ser tratado com bastante importância devido ao crescimento no índice de indivíduos com essa deficiência. Entretanto, o governo brasileiro se deixa ser influenciado por seus interesses individuais, e passa a negligenciar as necessidades básicas da população, como educação e saúde.
Nesse âmbito, a estereotipação da sociedade civil em conjunto da indiferença do estado, corroboram para esse impasse. Portanto, cabe ao Ministério da Educação implementar o conhecimento de ética e cidadania nas escolas, através de materiais educativos que salientem a importância do respeito mútuo entre os indivíduos, para que tenhamos uma sociedade cônscia. Bem como, assiste ao Ministério Público dirimir os gastos do Estado, através da fiscalização das transações das verbas públicas, a fim de erradicar a corrupção governamental brasileira.