Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 26/05/2018
A palavra Autismo vem do grego que significa voltar-se para si mesmo, logo o termo usado pelo médico Eugen Bleur, compreendeu que as pessoas diagnosticadas com a doença era desapegada de tudo exceto do seu mundo interno. Nesse contexto, no Brasil, percebe-se as dificuldades de inclusão do autista para trazer ao mundo exterior, o da socialização, seja pela inércia do estado ou pela discriminação da sociedade.
A lei 12.764 assegura o direito de todas as políticas de inclusão do país ao autista, como estuda em escola regular do país ficando proibido a não aceitação do aluno portador do trastorno, sendo punido com multa caso ocorra a conduta. Entretanto, não é isso que ocorre em algumas escolas no Brasil, a falta de conhecimento sobre o problema e as dificuldades que as instituições enfrentam para lidar com a diversidade como um todo, acabam rejeitando matriculas desses alunos. Desse modo, não basta apenas ser assegurado em lei, e sim rever as políticas públicas adotadas.
É indubitável a conscientização da sociedade, uma vez que a síndrome atinge mais de dois milhões de brasileiro de acordo com IBGE. Contudo, grande parcela da população desconhece a realidade sobre o autismo, que traz uma série de transtornos para a família. É preciso mais compreensão das pessoas com os autistas, em especial, quando eles, estão em ambientes públicos.
Desta forma, medidas são necessárias para atenuar as problemáticas, o Estado através do Ministério da Educação, deve disponibilizar em cada escola o número mínimo de docentes especializados com o transtorno, promovendo atividades e práticas escolares para saudável interação entre as crianças. Além disso, ministrar palestras e seminários, explanando como interagir com pessoas que apresentam o autismo trazendo a sociedade junto aos alunos, para sua conscientização e contribuição para convivência social dessas pessoas; e também o MP, fazer fiscalizações para o cumprimento dessas ordens. Logo, quando saber conviver com o deficiente se transformar em um hábito, a sociedade será de fato inclusiva.
Quando saber conviver com o deficiente se transformar em um hábito simples e comum, a sociedade será de fato inclusiva.