Obstáculos para a doação de sangue no Brasil

Enviada em 02/09/2018

Os antigos possuíam o princípio de que o sangue era necessário para a manutenção da vida. No mundo hodierno essa necessidade não mudou, sendo atribuída a possibilidade de salvar outras vidas. A doação de sangue no Brasil apresenta um quadro ascendente, entretanto ainda são evidentes obstáculos, tanto em relação à população quanto ao próprio sistema.

Primordialmente, mesmo com o avanço motivado pelo aumento de campanhas de incentivo a ser um doador, ainda há uma parcela da população que apresenta barreiras à causa supracitada. É evidente que diminuí o interesse quando não lhes afeta, sendo mais comum vermos uma pré-disposição quando há conhecimento e afeto pela pessoa necessitada.

Destarte, a própria estrutura apresenta deficiências. Em alguns estados do país ocorre a carência física, com hemocentros despreparados, ou até ausentes. Outrossim, em alguns locais há um imbróglio quanto a locomoção do doador ao destino, resultando muitas vezes em uma desistência prematura.

É indubitável que o Brasil pode melhorar os índices de doação de sangue. Urge, portanto, medidas para que ocorra o progresso. Immanuel Kant, filósofo prussiano, já afirmava que o homem não é nada além do que a educação faz dele; dessa forma, o incentivo a ser um doador de sangue deve ser apresentado desde a infância, através da escola e publicidade infantil, apresentando-lhes desenhos, revistas em quadrinhos. Assim, ao se tornar adulto terá a prática como natural. Do mesmo modo, o Governo Federal deve fazer reparos nos hemocentros brasileiros, resolvendo os impasses físicos, além da criação de novos hemocentros; sanando qualquer justificativa relacionada.