Obstáculos para a doação de sangue no Brasil
Enviada em 02/09/2018
O sociólogo Émile Durkheim defendia a ideia que na sociedade moderna/ contemporânea, por consequência da divisão social do trabalho faz com que, o indivíduo necessite do outro, ficando, assim, tal teoria conhecida como solidariedade orgânica. Neste aspecto, no cenário atual brasileiro, cidadãos carecem de doações de sangue, e cabe à sociedade ajudar salvar uma vida, a fim de não obter nada em troca.
De acordo com os dados, do Ministério da Saúde, apenas 1,6% da população doam sangue, de modo, um número inferior, comparado aos 207 milhões de habitantes. Um país que tanto deseja justiça e humanidade do próximo, não é capaz de reverter problemas que são, de certo modo, fáceis.
Em conformidade, a baixa solidariedade populacional uns com os outros é alastrante. Homicídios são constantes no cotidiano, visto que tal brutalidade acabou sendo normalizada, durante o cotidiano. Casos desumanos são vistos com mais frequência, de tal forma que representantes governamentais desviam dinheiro público, em proveito próprio, apenas.
Fica evidente, portanto, que medidas devem ser tomadas para reverter esse quadro. Cabe o Ministério da Saúde produzir, por meio das mídias sociais e televisivas, campanhas autoexplicativas e motivacionais, referente a doação de sangue. Desse modo, mostrar como é o processo e a melhoria do beneficiado, após a transfusão, com o intuito de informar e comover a população. É de importância, também, que a sociedade, por meio de ONGs, se posicione e começasse a praticar atos solidários em prol de uma nação melhor, que tanto almejam. Para que assim, faltas de doações de sangue, no Brasil, não seja mais uma preocupação.