Objetificação da mulher na publicidade
Enviada em 21/07/2020
Desde o começo do século XXI entendia o homem como provedor, e a mulher como dependente dele. Com o passar dos anos, o contexto brasileiro contemporâneo, por mais que as mulheres tenha alcançado mais independência financeira, uma das características da cultura patriarcal existente é a objetificação do corpo feminino. Então, percebe-se a estereotipação da mulher, quanto a objetificação está intimamente ligada à função do corpo da mesma como objeto de prazer masculino.
Constata-se, a princípio, que a objetificação feminina é consequência direta de um sistema patriarcal, onde a mulher sofre efeitos danosos psicológica e moral. Contudo, a estereotipação é o estabelecimento de padrões estéticos irreais, uma vez que o julgamento inicial se dá pela aparência. Entretanto, existe uma expectativa do que é bom ou ruim, certo ou errado e, consequentemente, a exclusão e depreciação de mulheres que não atendem a esse padrão, por serem diferentes até mesmo pela cor, altura, formato de corpo e demais atributos físicos.
Ressalta-se, ademais, a objetificação é colocado a mulher como objeto para suprir a satisfação sexual do homem. Afinal, gerando publicidades tais como: propagandas de cervejas, capas de filmes, em marcas de sungas da marca AXE em 2012, cujo slogan era ¨Acumule Mulheres¨. Essas campanha, por exemplo, mostra inúmeras mulheres submetidas a vontade de um homem que as possui como brinde após se utilizar do produto.
Portanto, é indubitável combater a objetificação, mostrar as mulheres que elas são indivíduos completos e capazes, que pode ser muito mais que objetos para os homens. Ademais, é importante denunciar no Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR) e junto com Ministério da Justiça deve censurar comercias e programas que façam apologias ao corpo feminino. Assim , em pleno século XXI poderemos ter uma sociedade em que a mulher é valorizada e admirada.