O valor da educação nas transformações sociais no Brasil
Enviada em 12/01/2021
Com o aumento da desigualdade educacional no Brasil evidência-se que, o conhecimento é poder, como disse Francis Bacon em seu livro Novum Organum. Logo a centralização de instituições de ensino impecáveis para os mais abastado é um indicador notório da importância do ensino na construção do individuo e, ademais, à perpetuação da desigualdade da educação brasileira, uma vez que, a grande maioria da população não teve ou terá acesso a uma educação de mesma similaridade.
A priori, o mais alarmante - a desigualdade na educação é fruto de um processo contínuo propiciado por um mal planejamento do governo - em sua negligência promove uma banalização do ensino fundamental de escolas públicas que são sobrepujadas pelas escolas fundamentais privadas. Paralelamente, às universidades públicas são superiores às universidades privadas, ademais, as universidades tem como corpo discente majoritariamente alunos da classe média. Logo, uma verdade demonstrativa aponta a desaplicação do Estado em garantir a equiparação no gozo dos direitos de seus cidadãos: pouco investimento na inclusão e adequação ao corpo discente de classe baixa.
Conseguinte, a mobilidade social é afetada pela lacuna que tal desigualdade proporciona. Com a exclusão da periferia, contribuí para um retrocesso ao período medieval com a estratifcação estamental, uma vez que a população tem a liberdade de ascender, mas é incapacitada pela ausência de justiça social por parte do Estado, do Ministério da Educação, que permite a continuidade desse problema grave de adequação e inclusão.
A solução mais viável consiste em redirecionamento de verba pública para o ensino fundamental, permitir ao corpo docente um planejamento mais imersivo, dar um tratamento digno a alunos e professor. Desenvolver laboratórios, bibliotecas e workshops, que despertem novamente o interesse dos alunos e, por fim, tornar a mesma ao mesmo nível das universidades públicas, repartidando o que segundo Bacon era poder.