O valor da educação nas transformações sociais no Brasil
Enviada em 21/10/2020
Conforme o educando Paulo Freire, a educação é uma agente impulsionadora de mudanças. Frente a isso, pode-se dizer que as instituições escolares, no Brasil, precisam se tornar igualitárias no quesito de qualidade e infraestrutura. Isso porque o referido país enfrenta problemas ambientais e sociais. Dessa forma, é necessário discutir o valor do ensino nas transformações sociais no Brasil.
Em primeira análise, consoante ao Jornal da Globo, os biomas brasileiros têm sido devastados devido ao desmatamento e às queimadas. Nesse sentido, pode-se perceber a importância e urgencia de mudar a percepção dos indivíduos sobre a preservação da fauna e flora desse país. Contudo, as escolas, locais propícios para essa transformação, são os lugares que mais expressão a desigualdade social vigente no Brasil. Em prova disso, vale citar as pesquisas realizadas pela Universidade do Paraná, as quais mostram que alunos, residentes das cidades periféricas brasileiras, enfrentam obstáculos: falta de professores e vazamentos de água nas salas de aula. Em vista disso, a fim de mitigar os contratempos ambientais, o Estado brasileiro deve melhorar as condições das instituições de ensino.
Em segunda análise, São Paulo e o Rio de Janeiro concentram os maiores números de casos de trabalho análogo a escravidão, afirma o site Politize. Nessa conjuntura, o mesmo site ratifica que as pessoas que são submetidas a essa trágica forma laboral caracterizam-se pela baixa condição financeira e pelo não acesso a educação de qualidade. Diante disso, nota-se que a problemática exposta está intimamente ligada a um desigual acesso a um desigual acesso ao ensino no Estado brasileiro.
Perante a discussão exposta, vê-se que o ensino brasileiro requer mudanças. Dessa maneira, o Ministério da Educação deve, por meio de verbas governamentais, realizar obras nos corpos docentes das periferias, assim como aumentar o salário dos educadores. Assim, os vazamentos de água serão mitigados, e os educadores passarão a optar por trabalhar nas instituições, até então, deficitárias no que se refere a estrutura.