O valor da educação nas transformações sociais no Brasil
Enviada em 21/10/2020
Segundo Kant, “O homem nada mais é do que a educação faz dele”, por essa perspectiva, a formação acadêmica do indivíduo permite abranger escolhas com relação ao futuro promissor. Entretanto, a educação adequada não está disponível para grande porção popular, construindo uma desigualdade social baseado na formação acadêmica. Nessa vertente, em detrimento da camada maioritária uma pedagogia qualificada transformou-se elitizada, pelo valor mensal das escolas aptas para um porcentual populacional de classe média e alta.
Em primeiro plano, em analogia com a obra “capitães de areia” por Jorge Amado, descreve crianças vivendo nas ruas de Salvador. Dessa forma, a necessidade de uma educação qualificada transformaria a realidade de muitos jovens marginalizados. Por esse fato, de acordo com Durkheim, o fato social propõe que a marginalização é um produto do meio social, mas acíclica com inserção de medidas que promovam a eliminação do caso. Segundamente, com relação ao pensamento freiriano, a busca da educação permite compreender a sociedade e exercer o papel cívico adequadamente. Com isso, associado a Darwin e a seleção natural, os indivíduos mais apeteis tendem uma melhor adaptação. Analogamente, com um ensino qualificatório permite uma adaptação do indivíduo ao meio, pela ampliação de oportunidades.
Fica claro, portanto, o valor da educação como transformação social, pela ação do Ministério da Educação nivelar o ensino público com o privado, por meio de verbas para as escolas e salário justos aos professores. Não somente, a ação do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), promovendo o controle dos jovens marginalizados e incentivando o estudo, por meio de palestras atrativas a esses. Assim, com essas medidas estará de acordo com o pensamento kantiano e consequentemente promoverá as futuras gerações a valorizar o ensino.