O valor da educação nas transformações sociais no Brasil
Enviada em 21/07/2020
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que as desigualdades na educação apresentam barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto tanto da falta de políticas voltadas aos menos favorecidos, quanto da falta de empatia. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.
Precipuamente, é fulcral pontuar que as diferenças na educação deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, tal fato não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuação das autoridades, é necessário que tenham políticas que ajudem os jovens que não têm condições de estudar, muitos querem estudar e sonham em ingressar em uma universidade, porém muitas famílias necessitam que os jovens trabalhem, como consequência muitos abandonam a escola. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Ademais, é imperativo ressaltar a falta de empatia como promotor do problema. Partindo desse pressuposto, é importante trabalhar sobre a empatia com os alunos nas escolas e dentro de casa, pois assim os jovens terá uma visão mais madura e se colocarão no lugar do próximo, assim as desigualdades diminuirá, logo todos se sentirá parte da turma. Segundo o filósofo Aristóteles, “educar a mente sem educar o coração não é educar”, portanto é importante que andem em conjunto, mente e coração. Tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que a falta de empatia contribui para a perpetuação desse quadro deletério.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de mitigiar a educação nas transformações sociais no Brasil, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Ministério da Educação e o Ministério da Economia, será revertido em fiscalizar os jovens que abandonaram a escola para trabalharem, por meio de uma reunião. Com isso, os alunos poderá prosseguir com os estudos e com a ajuda do governo as famílias não passará por necessidades. Dessa forma, atenuar-se-à, em médio e longo prazo, o impacto nocivo da desigualdade na educação, e a coletividade alcançará a Utopia de More.