O valor da educação nas transformações sociais no Brasil

Enviada em 20/07/2020

Para o filósofo e educador brasileiro Paulo Freire, “se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.” Sob a perspectiva do autor, a importância do ensino no meio social é irrefutável. Desse modo, firmando um paralelo entre o pressuposto e o valor da didática educacional nas transformações sociais no Brasil, é imprescindível a necessidade de investimento e aplicação de novos métodos, a fim de estimular o aprendizado e o cognitivo dos estudantes.

Em primeiro plano, faz-se aprazível que, a atuação da escola, como um dos primeiros espaços de aprendizagem, é de extrema importância para a formação de cidadãos com consciência autônoma e responsabilidade social efetiva.  Contudo, a partir do início do século 21, segundo a análise histórica do site “Consumidor Moderno”, os indivíduos pertencentes à nova geração estão inseridos em um contexto tecnológico com ampla difusão de informações, o que reflete a necessidade de mudança nos meios de transmissão de conhecimento dentro das instituições de ensino.

Em segundo plano, é imperativo pontuar que a ausência de investimentos no meio educacional pelo Governo colabora para a dificuldade em desatar os obstáculos para o aprimoramento do ensino aprendizado, pois, segundo o coeficiente Gini, o Brasil é o sétimo país mais desigual do mundo, o que torna a nação polarizada no meio econômico e social. Desse modo, a parcela menos favorecida da população tende a ficar desassistida sem inovações nas formas de ensino-aprendizagem.

Em síntese, faz-se necessário medidas para expandir e facilitar a educação, promovendo transformações sociais no Brasil. Desse modo, cabe ao Conselho Nacional de Educação investir em treinamento prévio de educadores para lidar com tecnologias como formas de ensino dentro das instituições; o Estado, como regulador do bem-estar social, deve investir na educação, por meio de projetos com tecnologias educacionais; as escolas devem proporcionar rodas de conversa e aulas menos massificadas e mais didáticas, a fim não tornar realidade o supracitado de Paulo Freire.