O valor da educação nas transformações sociais no Brasil
Enviada em 10/07/2020
Com o advento da Revolução Industrial, ocorrida no século XX, foi possível ao homem criar tecnologias que aprimorassem a forma dos seres humanos adquirir experiência histórica e científica. Entretanto, atualmente, o modelo educacional brasileiro é precário por diversos fatores. Por exemplo, a não inserção do estudante como um ser protagonista na rede de ensino, visando um melhor desempenho para ele, o que torna a forma de aprendizado mais difícil, além também da enorme desigualdade social presente no país. Dessa maneira, são necessárias medidas capazes de valorizar a educação e as transformações geradas por ela.
Em primeiro lugar, as escolas, a princípio, eram locais, as quais se responsabilizavam apenas em transmitir conhecimento para os alunos. Contudo, essas instituições de ensino criam metodologias de forma que todo o corpo discente se enquadre nelas. Porém, segundo o psicólogo russo Vygotsky a maneira de como as pessoas aprendem está diretamente relacionada com os processos cognitivos humanos, sendo assim, como todos os cidadãos são diferentes entre si, logo, os métodos para uma boa educação devem ser realizados de modos distintos para cada um. Em suma, deve-se incrementar novas técnicas de ensino nos educandários, já que eles são responsáveis pela formação dos cidadãos.
Em segundo lugar, com as novas tecnologias do século XXI, tornou-se mais fácil para as pessoas adquirir conhecimento. Hoje, é possível conseguir várias informações de determinados assuntos, apenas com um celular e acesso a internet. Inclusive, diversas instituições de ensino privadas já aderiram esse recurso. No entanto, isso se torna restrito apenas à uma pequena parcela da população, pois os setores públicos da educação não tem suporte para a utilização dessas inovações nas escolas. Ademais, de acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no ano de 2019, o Brasil foi considerado o sétimo país com as maiores taxas de desigualdade no mundo. Por isso, são viáveis mudanças nesse sistema, por um futuro melhor para toda a nação.
Portanto, diante dos aspectos mencionados, é notável a urgência de medidas para alterar essa situação. O Ministério da Educação e Cultura deve criar formas distintas de ensinar os alunos, atendendo-os da melhor forma possível. Isso pode ser feito, por meio de novas implementações nas instituições, dividindo o corpo estudantil em grupos classificados de acordo com as maneiras de aprender. Logo, será possível melhorar o ensino brasileiro. Nesse sentido, é viável que o Governo aumente os investimentos no setor estudantil, por intermédio do redirecionamento de verbas arrecadadas de impostos pagos pela população, de modo a reduzir a desigualdade social no país, além de proporcionar uma educação de qualidade para todos. Assim, a sociedade alcançará o progresso.