O uso e a cobertura do solo no Brasil
Enviada em 01/03/2021
Desde a Revolução Agrícola, o homem usa o solo em proveito da humanidade. Na pós-modernidade, o agronegócio sustenta economias mundiais e ameniza a pobreza mundial. No entanto, o comércio internacional do agronegócio tem como princípio a sustentabilidade e o respeito à cobertura do solo. Nessa perspectiva, o uso do solo e a preservação da cobertura desse são interdependentes. Preservar a cobertura do solo é garantir o sucesso do agronegócio nacional e a prosperidade social e econômica. Em primeira análise, é necessário entender o uso do solo brasileiro associado ao progresso sócioeconômico. Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística( IBGE), grande parte do solo brasileiro é utilizado pelo agronegócio. Entretanto, o Brasil todo tende a lucrar com o desenvolvimento do agronegócio. Segundo o Ministério da Economia, quase um quarto do Produto Interno Bruto(PIB ) é oriundo das atividades de mercado realizadas pelo agronegócio. Áreas remotas e de pouco potêncial industrial são utilizadas na prática. Consequentemente, nesses locais, há acréscimo no Índice de Desenvolvimento Humano(IDH ), reducão da desigualdade social e geração de tributos que serão convertidos em benefícios sociais. Em segunda análise, é imprescindível compreender como a cobertura do solo se relaciona ao seu uso e ao desenvolvimento da nação. No ano de 2019, de acordo com o jornal O Globo, as queimadas( fenômenos que destroem a cobertura do solo) propagadas no Brasil desencadearam reações internacionais e inclusive o agronegócio brasileiro foi ameaçado de embargo internacional. Nessa lógica, é evidente que o agronegócio não se mantém sem uma política de preservação ambiental que vise manutenção da cobertura do solo. Assim, proteger a cobertura do solo ( vegetação nativa ou não nativa) pressupõe defender a economia e o desenvolvimento nacional. Em suma, para garantir o crescimento econômico e social no Brasil, mediado pelo uso do solo, a vegetação ( cobertura do solo) deve ser preservada e cultivada. Portanto, o Estado, por meio dos Ministérios de Estado, deve elaborar e realizar um plano nacional de combate a destruição da cobertura do solo. Forças Armadas, órgãos de segurança pública e intituições que combatem os crimes ambientais trabalharão em conjunto com a visão de reprimir degradações à cobertura vegetal do solo, o que formará uma política de preservação ambiental sólida e eficaz. Desse modo, o uso do solo gerará benefícios ao Brasil, sem que o agronegócio sofra boicote internacional, e a evolução sócioeconômica será firmada.