O uso e a cobertura do solo no Brasil
Enviada em 23/02/2021
Quando Pedro Cabral chegou ao Brasil em 1500, ficou admirado e fez a primeira carta brasileira quanto ao seu primeiro contato com a natureza. Contudo, a chegada dos europeus no Brasil refletiu no uso negativo do solo de um país quase intacto. Da mesma forma, o uso da superfície continua a prejudicar o meio ambiente, devido a um governo falho em proteger e garantir a perpetuação da sociedade e o meio em que habita.
A princípio, cabe ressaltar que, embora queimadas e degradações ambientais sejam naturais, são intensificadas pelo homem. Para confirmar, segundo o Greenpeace houve um aumento de 107% de focos de incêndios em 2020 em comparação a 2019. Muitas vezes, são motivados pela agropecuária para a criação de campos férteis e pastos. Dessa maneira, é crucial iniciativas urgentes do Estado para atenuar esse cenário.
Ademais, é crucial apontar que o governo brasileiro é preocupado com a economia, em detrimento da cultura e bem-estar geral, uma vez que há o estímulo de atividades lucrativas e poucos investimentos no setor ambiental. Desse modo, é precioso citar o chanceler alemão Bismark, que afirma que, “A política é a arte do possível”. Entretanto, no contexto do Brasil, o governo falha na arte de preservar as riquezas da pátria.
Nessa perspectiva, é imprescindível que governo conserve as matas, por meio da criação de metas e acordos com a população, que visem combate a crimes ligados ao tema e recuperação ambiental. Outrossim, a mídia e as escolas, difusoras de informação, devem conscientizar o povo, por intermédio de palestras e debates interativos, de modo a mobilizar a população e incentivar campanhas em prol da preservação e respeito. Assim, o Brasil será o país do amor e respeito a natureza.