O uso do celular em sala de aula: ferramenta de aprendizagem ou de distração?
Enviada em 17/03/2024
“O uso do celular nas salas de aula: ajuda ou atrapalha?”
Certamente o celular é uma ferramenta indispensável em nossa vida nos dias de hoje, contudo surge o questionamento de que em devidos momentos ele mais nos atrapalha do que nos ajuda, como é o caso do seu uso nas salas de aula. Segundo um trabalho recente feito por pesquisadores foi concluído que apenas estar perto dos smartphones diminuia a atenção dos usuários.
Sem dúvida os celulares podem ajudar muito durante as aulas, como para fazer pesquisas, facilitar a comunicação entre os alunos e professores e auxiliar na criação de trabalhos. No entanto essa ferramenta também pode ser muito prejudicial para o aprendizado dos alunos. “Não tenho dúvida de que o celular atrapalha os estudos. Tenho notado piora na minha concentração, perda de memória e me sinto mais cansado” esse foi o relato do jovem estudante Renan Baleeiro Costa, estudante de direito da USP.
Ademais, de acordo com um questionário aplicado em estudantes, concluiu-se que apenas 30% acredita que o smartphone pode ser usado em sala de aula, assim como usa no dia a dia, mais de 50% usa porque esta cansado (a) da aula ou porque não tem atividade de aula, 9% por outros motivos e os outros 9% acreditam não ter motivos para usar o smartphone em sala de aula.
Desse modo fica evidente que, em suma, os celulares durante a aula causam mais malefícios do que benefícios pois a simples presença física do aparelho, mesmo com as notificações silenciadas e a tela para baixo, geram falta de memória e prejudicam a fluidez das ideias. Logo, para solucionar esse problema, poderia ser sugerido as escolas que ao entrarem nas salas de aula os alunos deixassem seus celulares em uma caixa, e só os pegassem no fim da aula ou quando permitido pelos professores, e, para os alunos que escolherem não entregar o seu celular e estiverem usando sem a permissão do professor, seja aplicada uma punição, como atividades extras ou suspensão. Dessa maneira os jovens teriam maior concentração nas aulas e consequentemente melhor desempenho acadêmico.