O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 09/10/2021

Durante o período da guerra fria, a antiga União Soviética (URSS) em prol do desenvolvimento tecnológico e espacial utilizou a cachorra Laika como cobaia para fins estudantis, a mesma foi lançada ao espaço e faleceu no mesmo dia. E desde então diversos animais são utilizados em várias áreas da ciência, comos nos testes dermatológicos para criação de cosméticos.

Diante dessa perspectiva, urge salientar que a sociedade vêm se tornando cada vez mais consumista e diversos animais ainda sofrem pela necessidade exacerbada das empresas em lucrarem, como mostrado no filma “101 Dálmatas” onde as peles dos animais são usadas na produção de roupas de grife aprovadas pela indústria capitalista. Com essa analogia é perceptível que empresas se aproveitam dessa carência de consumo para maximizar os testes em animais visando agilizar e tornar mais econômica a produção de cosméticos.

Entretanto, alguns metódos já foram desenvolvidos para substituir os testes em animais, como a criação de uma “Pele 3D” á partir do cultivo de células primárias animais ou humanas, que garantem testes confiáveis e aceitos pela comunidade científica.

Mediante o exposto, covém ao ministério da ciência, tecnologia e inovações juntamente do ministério do meio ambiente, a renovação das alternativas para conter os maltratos animais em função da criação de cosméticos. Como a utilização da “Pele 3D” e o uso de células in vitro garantindo o desenvolvimento da ciência em harmônia ao meio ambiente e os animais.