O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 08/10/2021

As cobaias são definidas como roedores que foram usados ​​em todo o mundo durante séculos em experimentos de laboratório. Nesse contexto, discussões intensas sobre o tema têm gerado divergências sociais. Por um lado, os ativistas defendem métodos alternativos que podem substituir o uso de animais, enquanto cientistas e educadores acreditam que a participação dos animais é importante porque contribuem para as descobertas científicas. Portanto, é importante encontrar um equilíbrio entre as partes para se obter uma realidade que seja benéfica ao país e reduza o desconforto.

Em primeiro lugar, a sociedade protetora dos animais acredita que muitos animais não são apenas abusadosz e também há debates sobre as questões éticas dos experimentos, que é considerado desatualizado para os dias de hoje. Em julho de 2016, a Latam, uma companhia aérea, divulgou informação afirmando que se recusava a transportar animais para fins de pesquisa. No entanto, essa ação tem sido questionada pela comunidade científica porque a produção de conhecimento no Brasil tem sido prejudicada, incluindo pesquisas em andamento para o combate ao vírus Zika e à dengue. Portanto, as atividades de ensino e pesquisa são indissociáveis ​​e dependem do uso ético e da responsabilidade experimental.

Além disso, é importante enfatizar que grandes descobertas científicas envolvem o uso de animais, e que todo medicamento ou vacina disponível para uso humano já foi testado com esses animais anteriormente e, portanto, não coloca a vida humana em risco. No entanto, os avanços tecnológicos podem ajudar a encontrar métodos complementares e até mesmo reduzir o número de animais usados ​​para fins científicos. Por exemplo, experimentos conduzidos por meio de simulações de computador podem promover resultados relevantes, melhorar efetivamente a saúde humana e minimizar possíveis dores ou sofrimentos. Respeitar a dualidade por meio da conscientização entre o bem-estar animal e o desenvolvimento científico do país.

Portanto, ativistas e cientistas devem buscar em conjunto uma sociedade melhor e mais desenvolvida. Diante desse problema, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação deve promover fiscalizações e aumentar as penalidades para o uso indevido de animais no ensino e na pesquisa, como multas ou mesmo suspensão de atividades por pessoas que não respeitem os animais e nem a Lei  Arouca. Em sintonia com a empresa e a comunidade científica para respeitar e promover o propósito da segurança animal. Além disso, o governo federal deve adotar métodos alternativos de investir parte do PIB ou do orçamento nacional para minimizar o uso de animais em pesquisas. Portanto, a legislação em conjunto orienta e garante o bem-estar dos animais.