O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 05/10/2021
Em meados de 1947, o mundo foi tomado pela guerra fria, época de muito medo, mas, ao mesmo tempo, muita inovação, decorrente das corridas em busca de novas tecnologias. Sendo assim, experimentos em animais foram a alternativa encontrada para testar novos produtos estéticos, produtos de limpeza, remédios e vacinas. Mas, a crueldade perante os animais não foi levada em consideração e, por esse motivo, atualmente, há uma banalização em relação a essa forma de maltrato animal.
Certamente, animais são criaturas que não tem como se defender ou lutar pelos seus direitos. Como exemplo, temos a Ovelha Dolly, que foi submetida a experimentos importantes para ciência, em relação a clonagem, mas, isso lhe custou a vida pouco tempo depois. Dessa forma, pode-se concluir a exploração dessas cobaias, que na maioria das vezes, são subordinadas a testes que podem levar a ferimentos, transtornos psicológicos e até a óbito.
Em suma, o uso de animais para esse fim vem sendo bastante questionado pela sociedade, em conjunto com a eficácia desses testes para com os humanos e as possíveis reações que esses testes podem prever. No curta, “Save Ralph”, é possível observar o “lado” do animal quando usado dessa forma, além de ser notória a injustiça que eles sofrem com práticas e testes dolorosos que tem como finalidade o beneficiamento de pessoas.
Diante do exposto, são indispensáveis medidas e alternativas que coloquem fim aos experimentos em animais. A população, de maneira consciente, deve comprar produtos não testados em animais, a fim de incentivar marcas a acabar com esse tipo de teste. O governo, deve, por meio de leis, proibir esse maltrato animal, e as empresas devem procurar meios de substituição para esses experimentos, que já existem, como técnicas in vitro. Assim, os animais não vão mais precisar sofrer à favor da humanidade.