O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 07/10/2021

O livro “O cidadão de papel”, de Gilberto Dimenstein, propõe tirar o automatismo do olhar e enxergar as mazelas que aflingem o Brasil contemporâneo. Nessa perspectiva, é necessário entender que os desafios relacionados ao uso de animais em pesquisas e testes científicos, atingem enormemente a saúde dessas criaturas. Assim, seja pela falta de políticas públicas, ou pela negligência governamental, o problema persiste, e exige uma reflexão urgente.

Nesse contexto, é preciso pontuar, de início, que a falta de políticas públicas colabora de forma intensiva para o entrave. Nesse sentido, apesar de a Constituição garantir a integridade física dos animais, não é oque se observa em muitos lugares do país. Isso porque, o Estado que, segundo o sociólogo T.H.Marshall, tem a responsabilidade de dar a todos um mínimo de bem-estar, e isso se aplica, também, aos bichos, não cumpre seu papel, tonando a resolução quase utópica.

Ademais, vale destacar que, uma das causas que corrobora para o entrave é a negligência social. Segundo Gilberto Dimenstein, jornalista e ciador do “catraca livre” o grande mal do cidadão é a banalização do olhar, é não enxergar o uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil como um empeço social. Nesse âmbito, medidas devem ser tomadas para a resolução do entrave.

Destarte, pode-se inferir que, o uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil, é um grande entrave que carece de soluções. Dessa forma, cabe ao governo, órgão responsável pelo gerenciamento do país, financie lares para acolher animais vítimas de crimes, por meio de campanhas de caridade, com o apoio privado, com a finalidade de de assumir a responsabilidade por criaturas as quais a lei não foi o bastante para proteger. Só dessa forma, observar-se-á uma mudança nesse cenário.