O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 08/10/2021

No período histórico da segunda metade da Idade Média, na Europa, a Peste Negra matou cerca de um terço da população do continente europeu. Ao mesmo tempo, a falta de conhecimento sobre o diagnóstico e tratamento da doença é um fator decisivo para o alto índice de mortalidade nesse período. Diante disso, percebe-se agora que o avanço da medicina por meio da pesquisa científica depende, em grande medida, do uso de animais para comprovar a validade da pesquisa. Portanto, as políticas voltadas para o fornecimento de recursos nesta área tornaram-se cruciais.

Em primeiro lugar, o baixo consumo de produtos sem quaisquer testes em animais ou substâncias é a principal razão para a contínua negligência desses organismos. Segundo dados divulgados pelo portal G1, isso aconteceu porque os altos preços dos produtos vegetarianos deslocaram a preferência dos consumidores para opções mais baratas, já que a diferença de valor era de cerca de 45%. Dessa forma, financia-se a indústria violenta e, portanto, espalha-se o desrespeito e o desprezo pela vida.

Além disso, a bioética é o estudo dos problemas e implicações morais da pesquisa científica usando a biologia. Para atender aos padrões bioéticos, a Universidade Federal de Uberlândia (UFU) reduziu em 30% o uso de animais em 2017, usando a cultura de células como método alternativo de teste, sem a necessidade de organismos.

Portanto, o governo tem a responsabilidade de desenvolver programas e leis com o apoio da ANVISA para aprimorar a fiscalização dos laboratórios que utilizam animais para experimentos. O projeto incluirá uma fiscalização obrigatória a cada seis meses em todas as indústrias farmacêuticas do país para avaliar as condições de tratamento dos animais, se cumprirem as normas para lhes trazer maior conforto, (se necessário, fechar o centro não é correto Tratar suas pesquisas).Portanto, tais medidas irão reduzir o abuso e o ataque a animais até que o uso de animais seja completamente proibido em laboratórios.