O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 19/11/2021

Segundo a legislação brasileira em vigor que regulamenta o uso de animais em pesquisa científica, conhecida como Lei Arouca nº 11.794, de 2008, passou a ser responsável por credenciar e estabelecer normas para o cuidado aos animais, perante as instituições que utilizam dos mesmos a testes. Durante o passar dos anos, alguns setores da sociedade se mobilizaram em defesa dos animais, no sentido de restringir esse tipo de experimentação.

Desse modo, vale ressaltar que grandes avanços na saúde pública foram propiciados à humanidade, graças à utilização de animais na pesquisa científica. Há exemplos, de que como a descoberta e o controle de qualidade de vacinas contra difteria, póliomielite, tétano, sarampo, febre amarela e meningite.

Ademais, testes em laboratórios causam sofrimento, ferimentos e transtornos psicológicos em animais, há estudos que comprovam que alguns animais não humanos possuem substratos neurológicos que geram consciência intencionais, ou seja, que esses possuem capacidades cognitivas. Nesse sentido há alternativas capazes de substituir o uso de animais em testes como a aplicação de modelos matemáticos e computacionais, técnicas in-vitro com tecidos de seres humanos ou animais.

Mediante a exposição dos fatos, fica evidente que com o apoio do estado, de ONG’s (Organizações Não Governamentais) e empresas privadas possam agir juntas investindo na área de biotecnologia e estudos científicos, a fim de reduzir os testes em animais e idealizar novos métodos de experimentação proporcionando o progresso da sociedade nas gerações futuras.