O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 16/11/2021
Desde o início da medicina, os animais têm sido usados como cobaias para o desenvolvimento científico. Isso tem gerado uma enorme lacuna social. Os defensores dos animais se opõem a ela e os da ciência mostram a necessidade de usar animais.
Ao longo do tempo, a ciência provou inúmeras vezes que pode promover e sustentar a sociedade como um todo. Principalmente em termos de saúde, o desenvolvimento desta área tem nos proporcionado maior qualidade e expectativa de vida. No entanto, um estágio básico do progresso da medicina ainda é a prática de experimentos em animais, que geralmente é prejudicial aos organismos desses seres indefesos. Portanto, é necessário encontrar formas de acabar ou minimizar essa prática.
Com isso em mente, a tecnologia surgiu e deve substituir o uso de organismos para testes em muitos casos. Um deles, os organoides, vulgarmente conhecidos como “mini orgãos”, é um grupo de células que podem ser produzidas a partir de tecidos humanos e podem desenvolver funções de órgãos reais, mas em pequena escala. Esse método é muito promissor, pois com seu aprimoramento, além de não deixar animais na função de cobaia, também irá fornecer dados mais precisos sobre o experimento, pois será testado em células humanas.
Dito isto, e percebendo que a ciência não pode parar, torna-se óbvio que mais investimentos devem ser introduzidos na formação de profissionais e na aquisição de equipamentos de investigação mais avançada para se chegar a um cenário mais satisfatório e menos cruel, que se refere ao contexto de utilização da biologia, ou seja, precisamos de mais investimentos na saúde e na ciência do nosso país.