O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 19/06/2021

Embora a Revolução Técnica Científica-Informacional tem vários aspectos do mundo com novas formas de tecnologias, em uma era cibernética vivenciada a partir do século XX, o uso de animais em pesquisas e testes científicos ainda persiste, principalmente, em questão no Brasil. Isso ocorre devido à necessidade de uso de espécies para fabricação de novos medicamentos e à utilização de estoque disponível, sem a busca por novas pesquisas.

Em primeira análise, é importante ressaltar a necessidade do uso de espécies por pesquisadores para a fabricação de novos medicamentos. Nesse sentido, um dos marcos históricos na Segunda Guerra Mundial foi a utilização de judeus em testes de pesquisas e criação de novos cosméticos por cientistas alemães. Hodiernamente, esse episódio histórico relaciona -se com o uso de animais em testes no Brasil, uma vez que a necessidade de inovação pela ciência entre os dois cenários permanece igualitária. Dessa forma, veja-se que a ausência de humanidade através do lucro facilitado arrasta-se até os dias atuais.

Em segundo análise, outro fator a salientar é a utilização do estoque disponível, sem a busca por novas formas de pesquisas. Segundo o filósofo Heráclito de Éfesos nada é permanente salvo a mudança. Com essa base pensando, a falta de pesquisas em relação aos novos métodos, sem que haja a sacrificação de diversos animais em laboratórios confronta o pensamento do filósofo, já que a permanência do uso de espécies como cobaias científicas impedem que a mudança ocorra, em específico, no Brasil.

Portanto, como medidas são necessárias a fim de atenuar o uso de animais em pesquisas e testes científicos no país. Desse modo, cabe ao Ministério da Saúde investir em métodos alternativos de pesquisas. Essa ação precisa ser feita por meio de laboratórios em Universidades federais e estaduais de todo o Brasil por alunos das unidades a fim de mitigar o uso de animais em pesquisas no Brasil.