O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 26/05/2021

Em 1860, foi fundada a primeira sociedade francesa em defesa dos animais, pela mulher e filha do fisiologista Claude Bernard, que ficaram cansadas de escultar a torturava dos animais que Bernard mantinha no porão da sua casa para pesquisas científicas. Logo, mesmo com tantos avanços tecnológico  o Brasil ainda mantém animais presos em laboratórios para pesquisas e testes científicos. Contudo, esse problema precisa ser resolvido diminuindo os maus tratos de animais.

Efetivamente, no Brasil, até 2008, não havia normas ou leis que regulamentasse a experimentação animal, adiante, foi criada a Lei Auroca que regulamenta a utilização de animais para fins científicos, essa Lei trás restrições mas não proibe, então surge quem defenda e quem não defenda esses métodos. Assim como Bernard, existe vários outros defensores que acham o uso de animais vivos indispensáveis, e sem eles cientistas e empresas não conseguiriam desenvolver novos remédios e tratamentos, em contrapartida ativistas acreditam que já temos tecnologia suficiente para esses experimentos sem animais e como o Filósofo Jeremy Bentham levantam o questionamento, o problema não está apenas ao fato de esses animais poderem raciocinar ou pensar e sim: Podem eles sofrer?

Ademais,  os experimentos feito em animais é para comprovar a eficácia de produtos que serão usados por seres humanos, assim empresas de cosméticos utilizam produtos como maquiagem, shamppo, hidratantes, que não é da naturesa dos animais usa-los, consequentimente, isso trará a eles danos irreversíveis ou até a morte. No entanto, em 1959, um Zoologista e um microbiologista estabeleceram os três R’s das pesquisas em animais: Replace (substituir), Reduce (reduzir) e Refine (refinar). Para eles, podem ser utilizados, no lugar de animais, culturas de células, simuladores e modelos matemáticos. Ainda segundo eles, os experimentos devem ser mais bem planejados e com pesquisadores capacitados de fazer pesquisas em animais.

Portanto, faz-se nescessária a reparação desse impasse. Para isso, a Câmara dos Deputados deve rever a lei Auroca garantindo que todas as pesquisas em animais deve em primeiro lugar garantir sua saúde, bem estar e o retorno com segurança a seu habitat natural. Proibindo também  testes agressivos que os prejudique e leve-os a morte. Além disso, o Ministério do Meio Hambiente junto com a Vigilância Sanitária deve fiscalizar rigorosamente e com mais eficaz empresas e laboratórios científicos aplicando multas e até fechamento das empresas, promovendo assim a segurança dos animais. Dessa forma, os animais não correriam o risco de extinção e retornariam saudáveis a natureza.