O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 12/05/2021
No livro “Utopia” de Thomas More, é exposto um ambiente no qual a consciência coletiva e eficiência do Estado são ferramentas cruciais para o avanço da nação. Fora de obra, o uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil apresenta um obstáculo para a sociedade brasileira. Nesse sentido, em virtude da ação do governo, como também, a falta de empatia coletiva em comprar produtos testados em animais o problema é intensificado e agravado.
De início, é válido reconhecer que nem todos os líderes do mundo se importam com os maus tratos relacionados à pesquisa. Posto que, testes em animais é a forma mais barata de pesquisa e muitas indústrias poderiam não aceitar a abolição da prática, possivelmente boicotando o governante. Contudo, há países que proíbem totalmente o uso de testes em animais, como a Austrália, Israel e outros 6 países, de acordo com a associação mineira de defesa do meio ambiente.
Ademais, é fundamental apontar a falta de empatia dos consumidores de cosméticos que usam animais para testar os produtos. Com o propósito de comover os consumidores, em 2021 a internet se chocou com o curta metragem “Safe Ralph”, que conta a história de um coelho cobaia que sofre muito com os testes, por fim, pedindo ajuda ao público para que não comprem mais mercadorias que testassem em bichos. Nestes casos o público não comprando faria com que indústrias mudassem mesmo que forçadamente a forma de testar suas mercadorias, como a empresa Natura que abandonou a prática e atualmente é 100% vegana.
Portanto, são necessárias medidas para mitigar esss problemática. Para tanto, é imprescindível que o Estado faça leis que protejam esses animais e fiscalize as empresas para que não haja maus tratos. Bem como, o papel da mídia para fazer mais vídeos como os do coelho Ralph e divulgar marcas veganas, a fim de conscientizar a população. Em síntese, criar uma consciência coletiva e conta com a eficiência do Estado como em “Utopia” de Thomas More.