O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 13/05/2021
Segundo Aristóteles, “A educação tem raízes amargas, mas os seus frutos são doces”. Nesse panorama, da filosofia grega ao contexto hodierno, tal frase mostra-se presente nas pesquisas laboratoriais. Analogamente, o cenário científico pede pelo uso de animais em experimentos, no entanto essa utilização de seres vivos deve acontecer de acordo com o código jurídico, objetivando não mau-tratar os animais e, ao mesmo tempo, garantir a saúde pública. Logo, é impensável o não uso das espécies em laboratório e há a necessidade de esclarecer o povo brasileiro sobre a importância das experimentações.
Desde que a legislação seja seguida, a realização de estudos sistemáticos com seres vivos é permitida. Ou seja, setores não científicos, como o agropastoril, são vetados de usar animais em pesquisas. Nesse sentido, o produto das investigações traz benefícios ao homem sem agredir necessariamente a fauna no percurso. Concomitante a esse postulado, o benefício mais evidente é a elaboração de vacinas, pois a substância imunizadora é responsável por instigar a produção de proteínas específicas para a defesa humana, garantindo o bem-estar público. Dessa maneira, é prejudicial ao homem, o fim das experiências com animais, além de serem urgidas medidas educacionais, com o intuito de explicar o porquê da indispensabilidade de tais estudos.
Outrossim, a vitalidade da população verde-amarela deve ser preservada. Seguindo esse raciocínio, vale mencionar que a evolução da ciência ocorreu (e -ainda- ocorre) em detrimento de pesquisas laboratoriais. Paralelamente a isso, seja o tratamento para o câncer, seja a produção de remédios para o aumento da qualidade de vida humana só foram possíveis pelo uso legal de animais em experiências. Nesse prisma de desenvolvimento, a sociedade brasileira possui seus direitos assegurados, uma vez que a tecnologia, em conjunto com testes científicos, protegem a saúde pública. Desse modo, é irrefutável a importância das pesquisas para o corpo social.
Infere-se, portanto, que o estudo legalizado com espécies é inquestionavelmente fundamentel e há a necessidade de mostrar a população o porquê. Posto isso, o Ministério da Educação deve, em parceria com a coordenação pedagógica das intituições de ensino, promover palestras exemplificando, aos estudantes, o leque de melhorias que a saúde pública obteve com as pesquisas. Esses ensinamentos serão realizados duas vezes ao mês e lecionadas por um especialista da área (auxiliado pelo professor), com o fito de esclarecer os alunos e garantir o bem-estar do povo. Somente assim, em médio/longo prazo, os doces frutos, como proferiu Aristóteles, poderão ser colhidos.