O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 11/04/2021

No Brasil, o uso de animais em pesquisas é um tema muito discutido, já que pesquisadores estão realizando testes para descobrir um meio de combate ao covid-19 por meio de cavalos. Os animais são utilizados desde muito tempo, para viabilizar experiências nas industrias farmaceuticas e cosméticas, onde estes animais são testados e sofrem reações em seu corpo, o que ocasiona a morte de muitos. Mas tudo isso vem diminuindo pois a populção está se voltando contra estes metodos.

Os vários testes realizados em animais, no mundo todo, calculam que pelo menos 115 milhões de animais passam por testes em um periodo de um ano, onde pelo menos 3 milhões de mortes vem apenas da europa, que é o menor utilizador dos animais para testes. A maioria das espécies utilizadas são roedores, como ratos, camundongos, coelhoes e proquinhos da índia, mas são realizados também, pesquisas em cavalos, passaros, macacos e peixes.

No Brasil  41% da população, é contra qualquer tipo de utilização de animais em pesquisas, tanto farmaceuticas quanto cosméticas, graças a isso, o uso dos bichos tem diminuindo cada ano, e novos métodos são desenvolvidos para poupar os animais. Segundo Marcus Vinicius Andrade, diretor de pesquisas do ICTQ, o fato de as pessoas não gostarem do uso de animais nos testes, faz com que várias empresas não queiram associar seus nomes ao uso de animiais na criação ou aprimoramento de novos produtos. Um dos novos métodos, presente na industria cosmética é a pele em 3D , desenvolvida pela pesquisadora brasileira carolina catarino, a tal pele 3D pode ser utilizada para testar a toxicidade dos produtos, subistituindo os animais pela pele.

Uma das formas de amenizar o uso de animais em laboratórios, é um incentivo do governo para o desenvolvimento de mais métodos alternativos, como a pele 3D, e aumentando o rigor do uso dos bichos nas pesquisas, por exemplo, diminuindo o número de cobaias nos estudos.