O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 11/04/2021
Desde o século XVII, animais são usados como cobaia para experimentos, remédios e metódos cirúrgicos. graças a esses sacríficios, a humanidade adquiriu um grande avanço no tratamento e conhecimento do corpo humano. Muito se discute sobre a ética desses experimentos, mas pouco é falado sobre a importância que estes tem para a ciência.
Primeiramente, se deve ter em mente, os frutos que estas experiencias já trouxeram, antes mesmo de 1900 já se sabia como indentificar e tratar a falta de vitamina B. Além disso, durante o século XX, tratamento de varíola, febre amarela e até mesmo o desenvolvimento foram testados em animais. Todos esses experimentos, por mais que necessitem dos animais, se tornaram grandes avanços e grandes curas para a humanidade, evitando a morte de milhares de pessoas, ressaltando a importância destes empreendimentos.
Entretanto, nesta década, o debate acerca da ética com animais se tornou mais comum, muitos destes animais são usados principalmente para a indústria de cosméticos, porém, desde o ano de 2013 a União Europeia e o Estado de Israel proibiram qualquer tipo de uso de animais para este segmento. No Brasil, o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA) fiscaliza os experimentos com animais, tendo um processo com leis muito rigorosas. Por mais que, a indústria de cosméticos seja desnecessária para utilizar animais para seus produtos, a ciência, necessita muito destes seres, sendo extremamente importante para desenvolver curas e vacinas, e evitar a morte de humanos, como era comum em tempos de guerra, onde judeus e presos eram utilizados para testes, onde não existia uma ética.
Em suma, o uso de animais é extremamente necessário e importante, mas com a necessidade de uma ética, onde não ocorra maus tratos e mortes inúteis. Cabe ao órgão federal, CONCEA, que tenha uma fiscalização rígida, e que as empresas sigam a ética correta para que não haja problemas e os brasileiros não deixem de acreditar na ciência.