O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 11/04/2021
Gregor mendel, considerado o pai da genética, utilizou em suas pesquisas sementes verdes e amarelas, como meio de experimento em suas teorias. É evidente que, através de suas pesquisas ele conseguiu comprovar em seus experimentos, a variação gênica de outros seres vivos, não utilizando necessariamente o uso de animais ou humanos em testes. Logo, a viabilidade do uso de outros mecanismos para formulações cientificas é possivel, não afetando a vida de animais e conservando assim, o meio ecologico e ambiental.
Em primeiro plano, o filme Venom de 2018, retrata a utilização de humanos e animais em simbioses, oriundas de um meteoro que caiu na terra. Além disso, ao decorrer da obra, seres vivos são submetidos a testes altamente arriscados, consequentemente, podendo levar a falencia dos orgãos. Similarmente, muitas empresas brasileiras ainda permanecem utilizando uma série de subordinações a animais de pequeno porte, como ratos, hamsters e outros, para fins lucrativos de produtos indústriais. Em contrapartida, o Brasil apresenta diversos grupos independentes que fabricam produtos veganos, livres de testes científicos em animais, como cremes de hidratação, tintas para cabelo e condicionadores, com uma excelente qualidade artesanal.
Em segundo plano, a redução de espécies como ratos, camundongos e outros roedores, ocasionadas pelas pesquisas em laboratorios, podem afetar na cadeia alimentar de outros animais e até mesmo, a diminuição de outros seres vivos. Além disso, durante a pandemia do covid-19 no Brasil, diversos testes de vacinações foram feitos nas próprias pessoas, em busca de uma eficiencia, como alternativa no combate do vírus. Entretanto, antes da aplicação das vacinas em cidadãos, era feita diversas análises e pesquisas pela Anvisa, afim de evitar futuros sintomas prejudicias a saúde que pudessem levar a falência. Em suma, os avanços tecnológicos das medicações e na área de saúde, ajudaram na diminuição de testes mais arriscados, mas não deixando de por a vida de animais em risco.
É de extrema importância, a participação do Ministerio da Saúde e do Poder Judiciário, na ampliações de institutos científicos veganos, além da instauração de leis mais rigorosas para o uso de animais em laboratorios. Em seguida, investimentos na criação de novas tecnologias, que simulem a atividade celular de um ser vivo em corpos matériais sem vida, ajudando assim, o meio ecologico ambiental e na preservação da cadeia alimentar. Sendo assim, essas propostas poderiam ajudar a inovadoras tecnologias para os institutos de saúde e empresas, possibilitando a diversas descobertas na cura de doenças e na fabricação de produtos.