O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 11/04/2021
Na obra expressionista “O grito,” o pintor Edvard Munch simboliza o sentimento de angústia do ser humano. Todavia, hodiernamente, a prática inexistente da Lei de crimes Ambientais, mostra-se uma comunidade apática, principalmente, no que tange aos experimentos com animais, em virtude da desinformação por parte das pessoas, bem como pela falta de recursos nas indústrias farmacêuticas. Assim, é necessário avaliar os desdobramentos consequências dessa problemática.
Em primeiro plano, é válido salientar, que para o sociólogo francês, Émile Durkheim, o indivíduo só poderá agir na medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido. Apesar disso, a Lei de Acesso à informação (LAI) regulamentada em 2011, prevê o direito de acesso dos cidadãos às informações. Logo, nota-se que o direito desses é negado, mesmo imposto pela LAI, por isso, são incapazes de agir.
Entretanto, muitos especialistas na área científica condenam esses experimentos, apontando que os mesmos contradizem a ética profissional e são ultrapassados. De fato, já existem tecnologias que substituem a existência de cobaias em muitos casos. Nos últimos anos, cresceram os avanços na criação laboratorial de células e tecidos para este fim, bem como o uso de simulações em computador. Diversas instituições e empresas já abandonaram em sua totalidade a prática. Logo, nota-se que soluções para a situação não são impossíveis.
Tendo em vista os aspectos abordados, fica evidente, portanto, que medidas são necessárias para minimizar essa problemática. Tais como o Ministério da Tecnologia e Inovação (MCTI) por em prática as inovações dessa área, através de estudos com profissionais qualificados, a ideia é que, por um meio tecnológico os avanços científicos sejam a base para reduzir o proveito desses animais. Ainda mais, o Estado deve disponibilizar verbas para essas pesquisas, bem como incentivar o estudo na área. Para assim, reduzir o problema no presente e progredir no futuro sem a exploração dos animais.