O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 11/04/2021
O uso de animais para meios científicos é utilizado por dezenas de anos como substituto de testes em humanos. Por mais que visto como uma medida mais eficaz, já que não fere nenhuma lei dos direitos humanos, ainda não é a ideal.
Os testes em animais não são mais estritamente necessários, já que o avanço da tecnologia junto das novas possibilidades de se obter amostras compensam o uso de cobaias vivas. Mas em contrapartida, em alguns casos ele se torna necessário, um exemplo é a injeção de veneno de cobra em cavalos, o qual do sanguee é retirado uma amostra e se mantém em observação até que os insumos necessários se formem e sejam extraídos para estudo. A utilização desse método foi essencial para o controle de infecção dos venenos e seperntes na corrente sanguínea humanda, criação de remédios que devem ser tomados diariamente por pessoas portadoras de hipertensão, o captopril, e até mesmo para o botox injetado em cirurgias estéticas.
Também é levado em conta o fato de que o produto normal é mais barato que o produto vegano, já que não leva componentes tão específicos e é livre de taxas de indenização por dano corporal. Exemplificando com marcas grandes, podemos citar a Dove e a Salon line, a primeira testando em animais e a segunda sendo “cruelty-free”, livre de crueldade em inglês. Um caso que pode ser consideram especial é o da Nivea, por mais que a marca faça parte do grupo Beiersdorf, que não realiza testes em animais, na China ocidental é regido por lei que haja testes em animais antes da comercialização do produto.
Contudo, assume-se que a principal solução para a substituição do uso de animais em testes e pesquisa no Brasil, é o investimento em pesquisa e tecnologia, para que se possa alcançar algo tão preciso e exato quanto um organismo vivo.