O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 11/04/2021

No ano de 2013 um assunto voltou a tona depois de um grupo de ativistas invadirem o Instituto Royal em São Roque, Município de São Paulo, após uma denúncia anônima, e roubaram os cachorros da raça Beagle. Um debate iniciou-se após o acontecimento, se as pessoa deveriam ou não usar animais como testes. Por um lado, são seres vivos como qualquer outro, mas por outro são de extrema importância para certas pesquisas. Mesmo com o avanço da tecnologia e da ciência, ainda não existe nenhum teste que poderia servir para algumas pesquisas de certas doenças.

“O uso de animais em experimentos não é opcional. Existem situações em que eles simplesmente não podem ser substituídos” Diz Silvana Gorniak, pesquisadora da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP, também a cientista comenta sobre existir a cultura celular, mas ser impossível o testes para certas pesquisas, pois a mesma não consegue recriar um sistema nervoso ou imunológico por exemplo. Além do mais, existe a Lei n 11.794 de outubro de 2008, onde diz todos os deveres que devem seguir se um animal for utilizado para testes, entretanto, existem muitas situações capazes de mudar certas leis, ou até mesmo a mesma não ser tão rigorosa como deveria, tal como o caso do Instituto Royal, onde os cães estavam em um ambiente sujo e inapropriado para viverem, onde mostra no vídeo feito delo Fantástico.

Portanto, a lei deveria ser alterada e seguida com mais vigor, e novos métodos deveriam ser criados para poderem aos poucos tirar os animais como forma de teste, pois mesmo que sejam de extrema eficácia, são seres vivos e devem ser respeitados. Certamente seria antiético usar seres humanos como cobais, mas animais como ratos, cachorros e cavalos não.