O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 11/04/2021

No ano de 2013, um fato repercutiu e reacendeu o debate sobre o uso de animais em testes científicos, após a invasão de ativistas na empresa Instituto Royal, que realizava testes em cães da raça beagle, sob a denúncia de alguns desses já estarem mortos e outros que ainda seriam sacrificados. Os cientistas brasileiros defendem que a utilização de animais, como cães, ratos, coelhos etc nas pesquisas cientificas é de extrema importancia para a ascensão da ciência nacional, com tudo sendo realização sobres as devidas leis nacionais para esta ação.

A atual legislação brasileira para os testes em animais, está baseda na lei nº 11.794, a qual autoriza as pesquisas para o desenvolvimento  de novas tecnologias, drogas, medicamentos, alimentos, imunobiólogicos etc, em instituições de ensino superior e para fins biomédicos, não sendo autorizado no âmbito de reprodução da zootecnia. A empresa paulista, que localiza em São Roque (SP), em entrevista concedida Ao Bom Dia São Paulo, alegaram que os cães eram submetidos a testes nas normas exigidas pela ANVISA, a agencia nacional de vigilância sanitária.

Entretanto, o excessivo repúdio pode ser nocivo para a ciência brasileira, segundo a pesquisadora da faculdade de medicina veterinaria da USP, Silvana Gerniak, pois muito dos testes são realizados para o desenvolvimento humano, no qual alguns desses poderiam gerar consequencias graves ao homem, devido a certas caracteristicas que alguns mamiferos tem, esses são mais viaveis e eficazes para compreenção e deselvovimento tecnologico.

Contudo, a fiscalização constante feita pelos orgãos de vigilancias sanitarias são precisas, tanto para manter os padrões de qualidade e higienicos do produtos testados, assim como a dignidade dos animais submetidos a tal teste, com transparencia dos laboratorios e empresas envolvidas nessas pesquisas.