O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 11/04/2021
A Revolução Industrial no século XVIII, foi o início dos avanços, transformando o meio e garantindo o surgimento de indústrias e do processo de formação do capitalismo, fator inserido nos avanços posteriores. Pode-se considerar, no Brasil, as inovações nos produtos, principalmente no âmbito dos cosméticos, dando início ao uso de animais nas pesquisas e nos testes científicos. Todavia, podem ocorrer erros na produção, resultando na morte do animal, e atinge de forma negativa à natureza, modificando o ecossistema e agregando a extinção da espécie.
Deve-se pontuar, de início, a falta de responsabilidade científica, expondo os bichos aos riscos de produção industrial, sendo possível instaurar um método mais seguro às pesquisas. Dessa maneira, foi instaurada a Lei de Maus Tratos aos Animais com intuito de diminuir as imprudências e penalizar os agressores, a fim de que possuam maior integridade. Por isso, é notório o desrespeito com a espécie animal, submetendo-os a situações inabitáveis em laboratórios de pesquisas, transcendendo um estigma hierárquico, o qual trata uma vida com menos valor.
Ademais, infere-se ao globo uma instabilidade na biodiversidade, causada pelas ações do homem contra a natureza, sendo negligentes e impassíveis com a vitalidade biológica. Nesse viés, o filósofo Thomas Hobbes menciona, “O homem é o lobo do próprio homem”, expondo de forma objetiva o causador das instabilidades ao meio ambiente, que atinge diretamente na subsistência do ser humano. Entretanto, é prudente a conservação da vida natural para que possa garantir sustentabilidade e expectativa de vida, assim, havendo uma harmonia na biosfera.
Portanto, é relevante prezar pela igualdade da vida, livrando os animais de sacrifícios incoerentes. Logo, urge ao Governo Federal, responsável pela administração geral do país, o vigor de fiscalizações em laboratórios científicos, com o auxílio de fiscais habilitados do IBAMA local, a fim de minimizar os impactos causados pela infração das normas impostas, desse modo, dinamizará o consumismo menos degradante ao meio ambiente.