O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 11/04/2021

Em 1959, o zoologista William Russell e o microbiologista Rex L. Burch publicaram o livro “Replace, reduce and refine”, sobre a substituição de amimais em testes científicos. Hodiernamente, os especialistas acreditavam em métodos de pesquisa superiores ao uso de animais em experimentos, podendo abandonar essa técnica. Dessa forma, mostra-se relevante pensar no uso de animais em pesquisas no Brasil, uma vez que os seres sofrem cruldades desumanas e, constantemente, são submetidos a coersão para reprodução e venda dos mesmos, configurando as maiores problemáticas desse cenário.

Inicialmente, é notório destacar o bárbaro tratamento que os bichos recebem. Isso porque para determinadas empresas, os animais são apenas cobaias. Prova disso recai na matéria publicada no jornal “O Globo” sobre uma denúncia do Instituto Royal onde cães estariam sendo sacrificados e seus corpos atirados em um porão.

Outrossim, cabe ressaltar a venda desses animais criados em cativeiros e outros ambientes deploráveis. Esse contexto também envolve a pressão para reprodução das especímenes. Sendo assim, torna-se urgente reconhecer que esse processo resultou na possibilidade de extinção de diversas espécies.

Logo, com o objetivo de extinguir a utilização de animais em experiências, é dever do governo brasileiro junto das ONG´s de resgate animal encerrar experimentos realizados nos mesmos, investindo em tecnologias já existentes que substituam os animais. Ademais, cabe aos institutos de pesquisa brasileiros reconhecer que existem formas de averiguação a partir de novas técnicas, sem agredir os animais. Somente assim, será possível manter os seres e os testes científicos devidamente seguros.