O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 11/04/2021

O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil é aprovado de acordo com a Lei número 11.794 de 8 de outubro de 2008, que diz ser liberado a utilização de animais para o estudo cientifico em meio a alguns critérios que restringem a realização de experimentos apenas para unidades de pesquisas legisladas, como estabelecimentos de ensino superior e profissional. Apesar de ser uma vida que está sendo utilizada, é de grande importância que, por meio dos animais, haja mais avanços na medicina, combatendo novas doenças, e na ciência em geral.

Tendo em mente a necessidade humana, é incontestável que os avanços na saúde, como vacinas e antibióticos, foram e são definitivos para a melhoria de vida dos homens em todo o planeta, dessa forma, retirar esse instrumento da ciência sem nenhuma outra alternativa totalmente eficaz e comprovada como os testes em animais, causaria um enorme deficit no desenvolvimento da sociedade brasileira, além de fazer com que o Brasil se torne ainda mais dependente de tecnologia externa. Nesse sentido, proibir experimentos em animais geraria uma crise tanto na biociência, quanto em toda a economia brasileira.

Pensando dessa forma, doenças como varíola, raiva, leucemia e hepatite, apresentam vacinas para prevenção graças a testes feitos, respectivamente, em cavalos, cães e macacos. Nesse ponto de vista, é inegável que a ciência medica chega ao tratamento de doenças que causariam a extinção da espécie humana por meio de animais. Por isso, para a manutenção da vida, deve-se continuar com os experimentos.

Nessa linha de pensamento, é de extrema importância que a Lei número 11.794 de 8 de outubro de 2008 não seja revogada e que as instituições de pesquisa tecnologicas brasileiras encontrem, por meio de estudos, alternativas que tornem desnecessário o uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil.