O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 11/04/2021

Em outubro de 2013 ocorreu o resgate, no Instituto Royal, de mais de 170 cachorros da raça Beagle, que eram usados como cobaias de medicamentos. Somado a esse fato, a utilização de animais em experimentos científicos é de contradição, visto que, para medicação e cosméticos serem comercializados é necessário passarem por diversos experimentos em seres vivos, porém, a imensa crueldade sofrida pelos bichos fazem com que essa prática seja reprovada pela sociedade.

Sob essa perspectiva, pela lei, antes de um produto ser vinculado no mercado, ele precisa passar por testes “in vivo”, ou seja, em seres vivos. Entretanto, os laboratórios, para a segurança dos humanos, os quais os produtos são testados, utilizam animais como cobais antes. Todavia, esses experimentos em bichos podem não ser muito eficazes, dado que, o organismo animal funciona diferente do humano, pondo em risco desnecessário ambos dos seres.

Por outro lado, a judiação presente nesses testes vem encorajando a populção a se juntar à movimentos contra tais ações. Um bom exemplo disso, é o veganismo, estilo de vida que vem ganhando cada vez mais visibilidade, o qual é contra ao uso de qualquer produto, desde cosméticos à comida, de origem animal. Dessa maneira, esses movimentos levam as empresas a adotarem novos métodos de experimentos com seus produtos.

Em virtude dos argumentos supracidados, o Governo Federal deve criar uma lei de proteção ao animal, erradicando totalmente o teste em animais, obrigando as empresas a procurarem outros métodos, como por exemplo o tipo “in vitro”, que utiliza células e tecidos artificiais para os experimentos. Além disso, após a lei entrar em vigor, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) deve fazer inspeções mais rigorosas e mensais nos laboratórios, a fim de achar aqueles que infrigirem a lei. Com essas e outras soluções, a sociedade estará à um passo livre da crueldade animal.