O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 11/04/2021
Na obra literária “Trono de Vidro: A rainha da sombras”, escrito pela autora Sarah J. Maas, retrata-se o cruzamento de demônios com seres humanos como forma de pesquisa, no qual ínumeros indíviduos falecem por parte de testes cruéis, visando encontrar uma maneira de gerar herdeiros destes povos. Todavida, mesmo fora das barreiras fictícias, a realidade não se mostra distinta - tendo em vista a persistência do uso animal em pesquisas e testes científicos - caracterizado, majoritamente, pela ignorância empática e pela falta de implantação de outros recursos; necessitando medidas urgentes para mitigar tal ocorrido.
A partir do momento que há a insistência de técnicas cruéis e desumanas para testes destinados a ciência em animais, como por exemplo, a criação de “Puggs” - cachorros que foram alterados genéticamente para puro entreterimento humano, quando a sua formação óssea é totalmente frágil, o reduzindo a tamanho que, naturalmente, cães não sobreviveriam -, existe a ignorância empática. Consequentemente, não somente com a tortura dos experimentos em si, mas também anteriormente a isso, quando são criados em cativeiro, juntamente não descartando a possibilidade de adquirir a cobaia por meios ilegais - com o Brasil se caracterizando como um dos lugares de maior ocorrência de tráfico animal.
Por conseguinte, a precariedade de implantação por recursos menos agressivos a fauna é fatal, dito na revista Veja: “Nos últimos anos surgiram novas técnicas de cultura celular e modelos de computador, capazes de substituir os animais em algumas pesquisas, mas não todas.” Isto posto, a impossibilidade de cessar o uso da fauna como método de pesquisas científicas torna a indústria brasileira em necessidade de outros meios de atingir resultados notáveis sem o uso exacerbado de vias animais; com a falta de incentivo governamental para com indústrias que usam de meios como cultura celular - tendo em vista que o Brasil é destaque mundial no ramo farmaceutico e científico.
Logo, esta problemática atual exige atenção Estadual, visando reduzi-la ao máximo. O Ministério da Ciência, Tecnologia e Informações deve incentivar diretamente o uso de meios diversos de testes de produtos, evitando o uso de animais, por meio de fiscalizações referentes a procedência das cobaias e sobre o processo de experimentos; e, por fim, abordagens midíaticas - principal meio comunicativo hodierno -, destacando empresas cuja as quais priorizam práticas não cruéis. Com isto, universo de Sarah J. Maas poderá ser cada vez menos relacionado ao âmbito social brasileiro.