O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 15/12/2020

No filme “Rio”, Blu, uma espécie rara de arara azul é raptada para contrabando, visto que já estava em extinção. No filme, é ilustrado o desespero ave e dos demais animais ao serem sequestrados, pois além de retirados de seus habitats, não sabiam o que estava acontecendo. Fora das telas, essa realidade ainda persiste, devido à indústria científica e os testes em animais. Isso deve-se pela contradição entre pesquisadores e à falta de informação sobre tais pesquisas.

Primordialmente, é necessário debater que o meio científico é dividido por opiniões contraditórias. Enquanto grande parte defende e luta pela causa animal, pesquisadores ainda afirmam que atualmente é impossível abandonar os testes em animais. Dessa forma, sem saber ao certo qual a realidade, não é possível chegar a uma conclusão, deixando essa luta pelos direitos animais cada vez mais acirrada. No entanto, cabe a todos o questionamento: pesquisadores estão procurando métodos para abandonar essa prática?

Por outro lado, é preciso avaliar a profundidade de tais pesquisas. Assim como os seres humanos, os bichos também sentem dor, fome e frio, sendo possivél desenvolverem até depressão. Logo, caso sejam maltratados, os testes passam de avanço para crueldade, causando tortura a seres incapazes de se defenderem. Dessa maneira, os movimentos buscando novas alternativas ganham força, devido a baixa difusão de informações vinda dos profissionais da área.

Diante disso, é de suma importância que a Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Santitária aumente o acompanhamento em testes e pesquisas científicas em animais, através da contratação de novos fiscais, com o objetivo de evitar que animais sejam torturados. Ademais, cabe a este órgão incetivar o fim do uso de animais para testes, oferencendo incentivo e apoio finaceiro, com o intuito de diminuir cada vez mais esta prática cruel e desumana, promovendo o bem estar e segurança aos bichos. Desse modo, será possível proteger a fauna de futuros impasses como no filme Rio.