O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 11/12/2020
Na animação “Pinky e o Cérebro” do universo Looney Tunes, temos como protagonistas dois ratos de laboratório que visivelmente foram usados como cobaias em testes laboriatoriais, o que justifica no desenho, de forma cômica o seu rancor pela raça humana. No entanto, a realidade não foge desses padrões, pois diariamente milhares de animais sofrem as consequências das ambições humanas, que buscam freneticamente lançarem novos medicamentos e cosméticos no mercado.
Em virtude disso, muitos animais se tornam vítimas e cobaias farmacêuticas, que visam em sua maioria o retorno financeiro, que podemos observar na tamanha variedade de medicamentos para combater os mesmo tipos de problemas, bem como, a diversidade de cosméticos e maquiagens que grande parte das marcas brasileiras oferecem e que possuem os mesmos resultados, as mesmas funções e finalidades. Assim sendo, os metodos crueis adotados em tais pesquisas têm sido um problema.
Sobretudo, essa questão não é, por todos, vista como um problema. Pois muitos, não conhecem os procedimentos e as práticas adotadas nos testes e seguem utilizando produtos feitos a base de testes animais, o que contribui para a contínua exploração dos mesmos. Em uma pesquisa realizada pelo IBGE, por dia cerca de 2.250 animas são usados em pesquisas científicas, o que configura mais de 800 mil animais por ano. Além disso, a falta efetiva de um substituto para os testes em animais dificulta grandemente o combate a causa.
Portanto, para resolver o impasse, primeiramente, o Ministério da Ciência e Tecnologia deve investir em novos processos para os testes científicos a fim de minimizar o uso e a crueldade animal, o Ministério do Meio Ambiente em conjunto com o IBAMA deve promover palestras de concientização a população, com a finalidade de diminuir o consumo de produtos feitos a partir de testes animal. Dessa forma, é esperado reduzir os número de animais usados em pesquisas científicas no Brasil e combater tais abusos.