O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 30/10/2020
O filosofo Karl Marx, afirmava que a o capitalismo prioriza o lucro em detrimento aos valores. Condizente com as ações humanas, a frase desse pensador se encaixa perfeitamente em relação ao uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil, já que, a industrialização em massa utiliza testes até chegas ao produto perfeito para uso humano. Assim, devido às consequências relacionadas a essa problemática, cabe retratar sobre esse tema e estipular medidas condizentes para a continuidade de testes científicos, porém, com tecnologias avanças que não firam animais indefesos. Primeiramente, é imprescindível salientar que o uso de animais avançou positivamente pesquisas científicas após a sua iniciação. Desde o começo do século XX, cientistas utilizaram cobaias para testar medicamentos e realizar experimentos, o que resultou no avanço da ciência paralelamente à medicina. Nesse sentido, a necessidade de testes em animais, foram análogos às reações de produtos medicamentosos e outros industrializados para o uso em seres humanos, o qual desenvolveu ,ao longo de anos, pesquisas superiores para com os diversos produtos hoje comercializados e utilizados em massa.
Outrossim, vale destacar que, segundo a “People for the Ethical Treatment of Animals” (PETA) , 100 milhões de animais morrem em laboratórios todos os anos, devido às participações em testes científicos. Esses métodos são cruéis,pois muitas vezes, por exemplo, envolvem uma substância sendo esfregada na pele e produtos químicos nos olhos (sem alívio da dor), a fim de testar a irritação da pele e monitorar os efeitos colaterais de um ingrediente específico. Além disso, muitas empresas violam as regras e colocam os animais em estado de exploração, sem alimento e higiene.
Destarte, fica claro que qualquer integridade animal colocada em risco deve ser respeitada, portanto, cabe ao Governo estipular leis severas quanto ao uso de testes da indústria biotecnológica em animais, de modo a adotar a política “Cruelty Free” – livre de crueldade- , isto é, não utilizando animais para tais experimentos e, possibilitando a partir de estudos avançados desenvolver peles sintéticas que simulem a humana, impossibilitando o uso dessas substâncias em animais. Ademais, cabe ao Governo Federal, estipular campanhas junto às indústrias cosméticas- as que mais utilizam cobaias para testes- a fim de promover a sustentabilidade e respeito para com os animais, mostrando a adoção de políticas livres de crueldade.