O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 26/10/2020
No americano documentário canadense “Maximum Tolerated Dose” é retratado a realidade dos animais que são submetidos aos testes e consequentemente tem sua integridade física e psicológica violada. Não obstante, hodiernamente, ocorrem com grande frequência testes em animais, visto que sua desvantagem perante aos animais em concórdia com métodos alternativos são fatores que assolam as pesquisas e testes brasileiros.
A priori, é errôneo afirmar que a utilização de animais em testes seja algo exclusivo da contemporaneidade. Uma vez que no século XIX, com o advindo da prática da ciência biomédica aumentou-se o número de cobaias para teste que desenvolveram tecnologia na área da saúde e estudos científicos. Em contrapartida, o sofrimento, o estresse e assim, a eutanásia aos finais dos testes, são aspectos os quais os animais escolhidos passam. Logo, no Brasil, tem a permissão por lei de vivissecção (ato de dissecar um animal vivo) em centros de experiências autorizadas a funcionar que contribuiu para o processo penoso dos animais irracionais.
Em esfera contemporânea, observa-se a tentativa da utilização de métodos alternativos que possam substituir os animais. Nesse sentido, técnicas in vitro e simulações computacionais promovem resultados relevantes na prática científica. De acordo com o G1, brasileira cria pele 3D para substituição dos animais em testes com cosméticos. Portanto, o desenvolvimento é de alto custo e sua validação não é definida cientificamente. Por conseguinte, é importante dar continuidade aos métodos, dado que é um projeto de longo prazo.
Destarte, o CNPq, atrelado à ao ministério do meio ambiente promoverem campanhas, cujo tema, em detalhe, seria “ Todos juntos pelo combate do uso de animais em pesquisas e testes”. Isso deve ser feito por meio das redes mediáticas do Governo e os órgãos estatais fiscalizarem universidades e locais de pesquisa. Essa ação possui como finalidade a sensibilização dos indivíduos desde cientistas aos universitários, acerca do recorrente abuso e das práticas alternativas. Assim, espera-se que os indivíduos ampliem seus sentimentos de comoção perante todos os seres e invista na biotecnologia.