O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 22/10/2020
No filme “Planeta dos Macacos”, os macacos são usados como cobaias para experimentos que põem em risco a saúde, pois os cientistas consideram apenas o desenvolvimento da ciência e dos próprios produtos. Hoje, o filme lembra a realidade da crueldade do Brasil com os animais. Infelizmente, não só a vaidade humana, mas também a negligência, têm confirmado que os testes em animais no Brasil devem ser condenados.
É importante observar que as empresas de cosméticos são os principais sujeitos de teste para animais que estão passando por experiências com produtos de beleza. Portanto, a vitalidade desses organismos fica comprometida porque eles são expostos a produtos químicos fortes. Como resultado, muitos animais sofrem de alergias, cegueira e, em muitos casos, morrem. Portanto, é importante notar que obedecer às espécies a esses tratamentos é contrário à doutrina de Aristóteles.
Além disso, os animais são obrigados a realizar experimentos, geralmente cruéis e desnecessários, como dissecar corpos vivos para pesquisa. Nesse sentido, deve-se ressaltar que o filósofo francês Émile Durkheim declarou que a sociedade funciona como um organismo vivo e todos desempenham um papel nela. Diante disso, a comunidade deve insistir na proteção dos animais. Portanto, o organismo social no Brasil será mais benéfico.
Portanto, pode-se inferir que os animais não são protegidos nos ambientes modernos. A fim de reduzir o uso de animais por empresas de cosméticos em testes, o Ministério da Educação deve estabelecer um terceiro departamento por meio de um terceiro departamento composto por organizações privadas e organizações sem fins lucrativos que prestam serviços públicos. Campanhas que incentivam outras formas de experimentar produtos. Da mesma forma, é importante criar uma página nas redes sociais para informar o nome da empresa que utilizou o animal no teste, pois isso lembrará o consumidor. Além disso, é urgente que o IBAMA restrinja o manejo de animais em laboratório. Com isso, as espécies coexistirão de maneira mais harmoniosa no Brasil.