O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 22/10/2020
No ano de 2013, após a invasão do instituto Royal, a discussão sobre o uso de animais para testes e pesquisas científicas, voltaram ao topo. Isso ocorreu depois do ato corajoso de manifestantes, que resgataram cachorros da espécie beagle. Usados em laboratórios. A partir de então, foi regulamentado e autorizado..
Restrições foram aplicadas, buscando seriamente manter a saúde dos animais. Entretanto é evidente que não se ocorre uma fiscalização correta. Assim como todas as leis, a lei que se aplica a causa poderá ser violada. Todavia, grandes profissionais, ainda não tem o interesse pela busca de novos modelos experimentais. A falta de interesse prolonga ainda mais os anos em que animais são usados e prejudicados.
É notório que com o passar do anos, a tecnologia e o avanço da mente humana, vem buscando novos métodos para que essa prática seja abolida pouco a pouco. Pesquisadores afirmam que é possível criar e melhorar tecnologias que possam substituir o uso de animais inocentes em testes agressivos. Com o número cada vez mais crescente, alternativas surgem todos os anos. Tais como a da pesquisadora brasileira, Carolina Catarino. A proposta se resumia na criação e desenvolvimento de uma pele 3D, onde seria finalmente dispensando assim o uso de coelhos e ratos em testes para cosméticos.
Dr. Herbert Gundersheimer deixa bem claro em uma das suas citações, o risco que corremos com testes realizados em outras espécies: ’’ Os resultados dos testes em animais não podem ser transferidos entre as espécies. Na verdade, esses testes não podem proteger humanos de produtos perigosos.” Todos os anos, ideias geniais surgem de mentes brilhantes, mentes que são necessárias para a proteção dos diretos humanos, para a saúde da humanidade.