O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 22/10/2020

É visível que, nos dias de hoje, os especialistas buscam a inovação através do uso de animais na testagem de produtos laboratoriais. Conforme abordado no site Jusbrasil, 90% deles são ratos, camundongos e até mesmo cães. Entretanto, cerca de milhões de espécies são submetidas à morte, pois na maioria das vezes, os testes são mal sucedidos ou realizados de forma cruel e dolorosa (maus-tratos). Dessa maneira, é importante que haja a intromissão de ONGs e departamentos zoológicos, com o intuito de diminuir a aplicação das cobaias experimentais, além de ocorrer a valorização da vida animal.

Hodiernamente, o uso de animais nesses testes é recorrente da falta de investimentos em aparelhos para experimento dos exames, ou possui algum caráter econômico, logo, os pesquisadores se veem a mercê dessa aplicação. Em contrapartida, se vacinas, antibióticos ou cosméticos deram certo, foram graças a essa praticabilidade. Embora todos os benefícios que fora conseguido no passado, conforme dito pela Declaração Universal dos Direitos dos Animais em seu artigo 2: “Todo o animal tem o direito a ser respeitado”. Portanto, os animais merecem o mesmo direito de liberdade e respeito bem como as leis que garantem aos seres humanos.

Outrossim, pode-se relatar o caso dos cães beagles, nos quais foram resgatados por ativistas, no laboratório onde foram achados, coelhos também viviam em situação de maus-tratos. Inegavelmente, essa atitude vai contra o artigo da Declaração Universal. Bem como dizia Charles Darwin: “A compaixão para com os animais é das mais nobres virtudes da natureza humana”. Por isso, é necessário que haja outras formas de aplicação das pesquisas, onde respeite a valorização da vida deles e que não seja habitual a situação de desumanidade.

Em suma, perante todos os fatos abordados, a Anvisa deve supervisionar laboratórios e as formas de estudos em animais, para que não seja recorrente o emprego de testes violentos. É indubitável a presença de órgãos de apoio as espécies e que também seja propagada com sucesso a valorização dos bichos e a prática do respeito por eles. Ademais, em ritmo de mudança dos meios de testagem, a fim de reduzir o uso dos mesmos, deve-se usar outros tipos de pele humana, além de culturas do corpo humano. Caso ocorra crueldade, deve ser aplicada punições por descumprimento das leis da Declaração Universal. No mais, o Ministério da Ciência e Tecnologia tem a obrigação de investir em aparelhos para provação, a fim de diminuir a utilização de bichos em exames.