O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 22/10/2020
No ano de 2013, no Brasil, ativistas da causa animal invadiram um laboratório do Instituto Royal, que praticava experimentos em Beagles, a fim de libertar os cachorros. Esse ocorrido reiniciou um debate antigo no país sobre a crueldade animal e o uso dos mesmos como cobaias em laboratórios de pesquisa. Nos dias de hoje há uma grande luta no país contra atos vistos como normais na sociedade que são julgados desnecessários por estes ativistas.
A princípio, é necessário frisar o fato de algumas empresas continuarem usando os animais em testes mesmo diante de novas opções. Sob essa ótica, incluem-se as empresas de cosméticos, que, para não aumentarem os custos, não utilizam alternativas como a impressão de peles muito parecidas com o tecido epitelial humano em impressoras 3D, atividade que pouparia muitos animais de servirem de cobaias para cremes e maquiagens, por exemplo. Logo, é imprescindível que essas empresas acompanhem os avanços tecnológicos, pois, como afirmou o escritor Alvin Toffler, o analfabeto do século XXI é aquele que não sabe aprender, desaprender e reaprender. Desse modo, as companhias devem superar o “analfabetismo” e substituir formas arcaicas, valorizando os animais ao invés do lucro.