O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 22/10/2020
Desde o início da medicina, antes mesmo da Grécia antiga, já eram usados em experimentos, tendo em vista que desde remédios a cirurgias, foram testados em animais. Havendo um aprimoramento nas habilidades, para que possam ser utilizados em seres humanos de forma segura, como consequência um grande número de mortes e maus tratos aos animais.
Segundo o site Bioemfoco, 95% de todos os animais de laboratório são ratos e camundongos. Pelo simples fato de seus corpos trabalharem igual ao nosso. Por lei, os medicamentos devem ser passados por vários testes vivos, antes que seja aprovado, alegando que é seguro e eficaz, sendo testado inicialmente em animais e depois em seres humanos.
Como resultado, a crueldade e inúmeras mortes de tais espécies é óbvia, sendo perceptível o baixo índice de fiscalização em laboratórios, priorizando apenas os resultados e deixando de lado os danos causados. Como na Europa estima-se que 3 milhões de bichos morrem anualmente em testes científicos.
Em virtude dos fatos mencionados, é necessário uma nova técnica para se testar as experiências, como a pele em 3D, que tem a composição muito mais próxima da pele humana e pode substituir o uso de animais, principalmente em testes realizados pela indústria de cosméticos ou outros métodos alternativos para assim parar com a utilização de animais para teste. Necessitando a total abolição dos teste em seres vivos e a total ajuda da fiscalização para que aconteça de forma correta.